quinta-feira, 4 de setembro de 2008

A comunicação para os deficientes visuais

Como os deficientes visuais fazem para se comunicar no dia a dia? Como eles realizam tarefas consideradas simples para as pessoas que enxergam? É isso que pretende mostrar o estudante Lucas Torquete, em seu projeto de monografia. "Eu e mais dois amigos vamos produzir um documentário para mostrar a rotina de um deficiente visual”, explica.

Lucas parte da idéia de que só há um tipo de comunicação. “A forma de se comunicar é a mesma para os videntes e para os deficientes, só que eles procuram formas de se adaptar à nossa comunicação”, diz.

Partindo deste princípio, os estudantes do sétimo período decidiram focar uma parte da população que tem dificuldades em se comunicar, em um mundo que não é adaptado a ele. “Queremos focar a dificuldade que os deficientes têm em realizar tarefas simples para nós, que enxergamos, como pagar contar ou pegar um ônibus, por exemplo”, conta.



Lucas, no entanto, encontra algumas dificuldades quanto a seleção do material que vão buscar como referências. “Ainda não pesquisamos muito, mas acho que esse não é um assunto com muitas referências”, diz.



Mesmo assim, eles acreditam que as dificuldades fazem parte do processo para a realização da monografia. “Já é uma boa poder fazer esse trabalho em grupo. É uma coisa desgastante, que demanda muita dedicação de todo o grupo, mas, tenho certeza de que vai ser um resultado legal”, afirma.


”Seria ainda mais legal se conseguíssemos um jeito de mostrar ao nosso ‘objeto de estudo’, o resultado do nosso trabalho” diz.

O projeto deve ser idealizado esse semestre e o documentário começa a ser produzido no próximo semestre, quando Lucas conclui o curso.

Leia também: "A influência do rádio"

Ouça a entrevista com Lucas Torquete



cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0' width='260' height='60' id='mp3tube' align='middle' border='0'>

domingo, 17 de agosto de 2008

Brasil já tem quatro medalhas de bronze

Já são quatro medalhas olímpicas para o Brasil desde a abertura dos Jogos Olímpicos em Pequim. Nos seis dias de competição, o Brasil ocupa o 37º lugar no ranking de medalhas.


César Cielo conquistou a quarta medalha ao vencer os 100m livre, uma das provas mais tradicionais da natação. O Brasil já tem outras três medalhas conquistadas no judô, todas de bronze. Ketlyn Quadros surpreendeu e conquistou a primeira medalha individual de uma atleta brasileira. Leandro Guilheiro repetiu o bronze olímpico de Atenas e, apesar do favoritismo, Tiago Camigo também ficou com o bronze.

Outra chance de medalhas está com Renata e Talita. A dupla do vôlei de praia venceu a dupla grega e segue invicta para as oitavas de final, liderando o grupo F. Agora, Renata e Talita aguardam os outros resultados da rodada para conhecerem suas adversárias na próxima fase. Elas não têm chance de enfrentar a outra dupla brasileira, que ainda segue na competição, Ana Paula e Larissa.

A ginástica artística também tem chances de medalhas. Mesmo depois de perderem o ouro na equipe, Jade Barbosa e Daiane dos Santos, disputam medalhas em provas individuais. Ainda na ginástica, Diego Hypólito também luta por uma medalha.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

verdade absoluta

O Atlético e o melhor time do mundo